Novo blog da clean

Fevereiro 26, 2009 por blogdaclean

Na verdade, é esse mesmo blog, em novo endereço:

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Hora de escolher um detector de gases

Fevereiro 17, 2009 por blogdaclean

Dependendo de suas necessidades, saiba qual a melhor opção – por Eliezer Santos*

A necessidade de medir gases ou vapores em atividades industriais e de serviços é antiga e remonta a época onde o comportamento de aves, como canários, servia para alertar sobre a ausência de oxigênio ou a intrusão de outros gases em atividades mineradoras, por exemplo.

Com a evolução tecnológica e a demanda por mecanismos cada vez mais precisos e seguros, a indústria pôde contar com uma grande quantidade de detectores e monitores para os diversos fins.
A empresa Clean Environment Brasil, de Campinas, tem uma forte atuação no mercado, fornecendo instrumentos com tecnologia de ponta para os mais variados setores.

Dentre as diversas atividades onde o emprego de detectores ou analisadores de gases se faz necessário, temos, com destaque, o ramo das consultorias ambientais. Há quase 15 anos a Clean Environment Brasil disponibiliza equipamentos e insumos para este segmento de mercado.

É notório que o mercado de monitoramento de gases vem crescendo e oferece, hoje, uma grande e abrangente linha de equipamentos para os mais variados setores. A utilização desses instrumentos para o monitoramento de gases ou vapores é imprescindível para a prevenção de acidentes, detecção de vazamentos, planilhamento de custos, na condução de investigação sobre locais contaminados entre várias outras aplicações.

Você já escolheu o seu detector?

Diferenças entre PID, FID e detectores com sensores catalíticos

Os principais métodos utilizados para detecção e análise de gases, por monitores portáteis, são: PID (Photo Ionization Detector), FID (Flame Ionization Detector) ou ainda sensores catalíticos de compensação – ou eletroquímicos.

Cada método possui um funcionamento específico e também aplicações específicas. É necessário conhecer essas diferenças para escolher o equipamento mais adequado para sua aplicação.

SENSOR PID (PHOTO IONIZATION DETECTOR):

O PID utiliza luz ultravioleta para ionizar as moléculas de gás e geralmente é utilizado para detecção de Compostos Orgânicos Voláteis (VOCs), incluindo benzeno e butadieno, entre outros. Para compostos aromáticos a escala pode chegar a leituras em ppbs, portanto podem ser utilizados para medir concentrações baixas de VOCs. Uma vantagem da tecnologia PID em relação a outros tipos de detectores é que, além de detectar uma ampla gama de compostos voláteis ele é capaz de detectar compostos com cadeias carbônicas maiores a exemplo de determinados compostos semi voláteis, clorados, diesel, etc. Quando as moléculas da amostra passam pela câmara de fluxo elas são “bombardeadas” por uma luz ultravioleta. Essas moléculas liberam íons quando atingidas pela luz. Esses íons são atraídos a um sensor que amplifica esse sinal e produz uma corrente elétrica. Através da medição dessa corrente a concentração e o tipo do gás são determinados. Elaborando um esquema de funcionamento bem simples de um PID teríamos:

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A Clean Environment Brasil conta com algumas opções de instrumentos com a tecnologia PID, adequados a diferentes aplicações:

Micro 5 PID – BW Technologies by Honeywell
Este instrumento é oferecido com um range de 0 a 1000 ppm com incremento de 1 ppm. Esta faixa de medição permite que os vapores e gases sejam monitorados com extrema rapidez, no entanto, o equipamento não é adequado para se medir concentrações muito altas e portanto fora deste range, fazendo com que seja avaliada a possibilidade do uso de outra tecnologia de detecção ou instrumentos com ranges mais amplos.ilustra-2
Quando questionado se este instrumento pode “eliminar” o Metano na leitura assim como ocorre com o Innova (sensor catalítico), a resposta é SIM! Isto pode ser feito utilizando o Micro 5 com o sensor PID e um sensor Catalítico[com explicação abaixo], mais conhecido como PID+LEL. Além do sensor PID o instrumento ainda permite a inserção de mais 5 sensores para monitorar outros tipos de gases, como o já comentado LEL (catalítico), e outros sensores eletroquímicos H2S, CO, PH3, entre outros.
O grande diferencial do equipamento MICRO 5 PID+LEL é que, ele é o instrumento de menor custo dentre todas as opções de equipamentos com tecnologia PID de Detecção.

PHO CHECK + – Ionscienceilustra-3
Este instrumento trabalha exclusivamente com a tecnologia PID e possui um poderoso range que possibilita leituras da faixa de ppbs até 10.000 ppm. Esta amplitude de range torna o PhoCheck um instrumento muito poderoso para aplicação em trabalhos de investigação de passivos ambientais em que hajam contaminações em concentrações mais elevadas .
O PhoCheck é a opção de equipamento com tecnologia PID com maior capacidade de leitura e possui um preço altamente competitivo em relação a outras opções de mercado.

SENSOR FID (FLAME IONIZATION DETECTOR):

O FID usa uma chama de hidrogênio para ionizar as moléculas de gás. Os íons são coletados por um par de eletrodos polarizados. O sinal é diretamente proporcional à quantidade de átomos de carbono na amostra do gás.

A ionização das moléculas da amostra produz íons positivos e negativos. Um campo eletrostático é gerado e com isso os íons negativos são atraídos por um eletrodo que produz um sinal analógico amplificado que produz a leitura.

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Com tecnologia FID, a Clean Environment Brasil tem em seu catálogo:

TVA 1000B – ThermoFischerilustra-5
Este instrumento é o, único no Mercado mundial a incorporar a tecnologia “dual-detection”, onde em uma única unidade é possível ter as leituras no modo PID e FID. Isto torna o TVA 1000B a ferramenta mais completa para vários segmentos. Nos Estados Unidos, o TVA é amplamente utilizado para os trabalhos de screening, ou varredura dos VOCs em trabalhos de investigação de sites contaminados.
Uma outra grande aplicação do TVA 1000B é a inspeção de linhas de gases e monitoramento de emissões fugitivas, auxiliando na elaboração de mapas de riscos ambientais e ocupacionais e controle de perdas.


SENSOR CATALÍTICO:

O sensor catalítico de compensação oxida o gás no ar e libera calor. A resistência do filamento de platina aumenta quanto o calor da oxidação aumenta. Esse é um método confiável e barato para monitorar a presença de gases combustíveis. Esse sensor é indicado para monitoramento geral de gases e vapores combustíveis.

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O processo é extremamente simples: existe um sensor de referência e um sensor ativo, assim que as moléculas entram em contato com o sensor ativo, são oxidadas e aumentam o calor do filamento de platina, que é comparado com o sensor de referência e dessa maneira produz a leitura.

Innova SV-Especial – ThermoFischer
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Para monitoramento de gases tóxicos o INNOVA também pode receber sensores eletroquímicos de oxigênio, H2S (ácido sulfúrico) e CO (monóxido de carbono). O sensor de oxigênio é basicamente uma bateria de oxigênio. Existem dois eletrodos, um eletrodo base e um anodo. Os eletrodos estão em uma solução eletrolítica. Assim que o oxigênio decresce, a saída de oxigênio do sensor decresce, e se o nível de oxigênio aumenta, a saída também aumenta. Uma célula de oxigênio típica tem leitura próxima a 12 mV em ar puro. Os sensores de H2S e CO usam platina como eletrodo e ácido sulfúrico como eletrólito. Eles são considerados sensores de medição de amperes. Eles produzem uma corrente muito pequena (microampere) quando expostos ao H2S ou ao CO. O sensor é acoplado então a um amplificador para produzir o sinal adequado.

As vantagens de sensores eletroquímicos é que eles são razoavelmente baratos e têm vida útil de 1 a 3 anos. Esses sensores também são fáceis de trocar no campo, o que torna essa tecnologia a melhor escolha para vários detectores do mercado.

*Eliezer Santos, Assessor Técnico da Diretoria da Clean Environment Brasil.

Clean: Primeiro Lugar no Ranking de Logística da Infraero

Fevereiro 12, 2009 por blogdaclean

A Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária, Infraero, divulgou o Ranking de Eficiência Logística das Empresas que operam no Aeroporto de Viracopos. Na categoria “Diversos”, a Clean Environment Brasil ficou em primeiro lugar.

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O levantamento foi feito em Setembro de 2008.

Confira o Ranking, clique na figura para ampliar.

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Alerta Clean: Calibração de Equipamentos

Janeiro 29, 2009 por blogdaclean

É essencial realizar calibrações regulares em detectores de gás. Além de ser requisito obrigatório por normas, esse procedimento é de fundamental importância para assegurar qualidade e confiabilidade dos dados obtidos nas leituras. Nossa assistente técnica Hellen Mamede esclarece:

Por que calibrar meu Detector de Gás?

A confiabilidade do equipamento está relacionada com a sua calibração. Dados obtidos com equipamentos descalibrados, portanto incorretos, podem levar a graves erros em diagnósticos/investigações de passivos ambientais e projetos de remediação ambiental, além de colocar em risco a vida de trabalhadores que dependem destes equipamentos para entrada e permanência em espaços confinados ou em locais onde a presença de gases tóxicos (como amônia, gás sulfídrico, monóxido de carbono, entre outros) podem ocorrer.

Qual o intervalo ideal de calibração?

Para definir o intervalo de calibração, o usuário deve testar a eficiência do seu equipamento antes da sua utilização. Para a realização deste teste, é necessário que seja aplicado um gás de concentração conhecida e verificar se o detector apresenta uma leitura coerente dentro da margem de erro informada pelo fabricante.

Se for apresentada uma leitura fora dos padrões, é recomendada a calibração imediata ou mesmo a troca dos sensores que têm prazo de validade determinado, variando de acordo com a frequência de utilização, das concentrações às quais o equipamento é exposto, do tipo do sensor e mesmo das manutenções periódicas.

Alguns fabricantes fazem recomendações do intervalo mínimo para calibração dos detectores, como a exemplo da Thermo Fischer (Gastech/Innova) que recomendao uma freqüência trimestral e a BW Technologies/Honeywell, a cada 6 meses. Outros equipamentos podem ser calibrados até uma vez por ano, como recomendado pela Ion Science.

Lembrando ainda que a manutenção preventiva, como troca de filtros e limpeza periódica aumentam a vida útil do seu equipamento e do seu sensor.

A Clean Environment Brasil possui laboratório de prestação de serviços de calibração e manutenção AUTORIZADO pelas fábricas, possuindo estoque de peças de reposição originais e um corpo técnico formado por engenheiros e técnicos altamente capacitados e treinados no exterior.

Lembre-se
: contate o distribuidor ou revendedor autorizado sempre que surgirem dúvidas. É sempre melhor, mais seguro e barato prevenir que remediar.

Eliezer Santos ministra palestra em curso de Pós Graduação em Saúde Pública na UNIP- Campinas

Dezembro 31, 2008 por blogdaclean

No dia 13/12/2008, nosso Assessor Técnico da Diretoria, engenheiro Eliezer Santos, ministrou palestra para as alunas e professoras do curso de pós-graduação em Saúde Pública.

O tema da palestra tratou de “Passivos Ambientais” e Eliezer evidenciou os diversos panoramas ambientais, com ênfase na contaminação de solos e águas subterrâneas.

Inicialmente previsto para iniciar as 10:30h e terminar 12:00h, a palestra teve que “invadir” o horário do almoço devido ao grande interesse das ouvintes, sendo forçosamente finalizada por volta das 13h. “A intensidade da interação e o nível do questionamento feito pelas profissionais ouvintes, faria com que a apresentação se estendesse por 2 horas mais… fácil,fácil”, comenta Eliezer.

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Eliezer agradeceu a oportunidade e reconheceu a importância de que assuntos desta relevância sejam tratados em cursos voltados aos profissionais da saúde pública.

Clean na revista “Combustíveis & Conveniência”

Dezembro 17, 2008 por blogdaclean

Sob o título “O Toque Final”, a jornalista Rosemeire Guidoni fez uma ampla matéria sobre descontaminação com aceleradores de biorremediação. A Clean Environment Brasil foi uma das principais fontes.

De acordo com Paulo Negrão, diretor da Clean Environment Brasil, cerca de 90% dos casos de remediação (após a etapa de remoção mecânica) podem ser solucionados em um período de três a seis meses. “Temos diversos exemplos de experiências bem-sucedidas com esta técnica. Há um caso de um posto de Taubaté, no interior paulista, que manteve um sistema de bombeamento multifásico por mais de um ano, sem a solução do problema. Após a aplicação de um acelerador de biorremediação, a contaminação foi resolvida em poucos meses”, disse.

A matéria completa pode ser lida aqui.

Cleanlaboradores ajudam Santa Catarina

Dezembro 5, 2008 por blogdaclean

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É isso mesmo!
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A ajuda veio dos colaboradores e de suas famílias. Além de roupas, calçados e alimentos, ajudaram com a compra de fardos de água, que somaram 145 fardos com galões de um litro e meio. Houve parceria com o fornecedor de água da empresa, que reduziu o preço dos fardos, além de contribuir com 10 fardos.

O transporte foi feito gratuitamente pela Transportadora Scorpions, que, através do pai da colaboradora Anita, cedeu gentilmente o frete.

cidades mais “verdes” do estado de são paulo

Novembro 27, 2008 por blogdaclean

O Projeto Município Verde, do Governo do Estado de São Paulo, surgiu como uma proposta de descentralização da agenda ambiental paulista. A equipe do projeto esperava adesão de cerca de 200 municípios, mas 613 dos 645 municípios do estado aderiram. Agora, foi divulgado o ranking dos municípios que melhor ajustaram a agenda ambiental e realizaram ações “verdes”. As 44 cidades melhor classificadas receberam um certificado chamado Selo Verde. A capital ficou em 100o lugar.

A cidade mais “verde” do Estado é Santa Fé do Sul. Em matéria do jornal Folha de São Paulo, o prefeito Itamar Borges, do PMDB, deu exemplo de uma ação que melhorou o meio-ambiente local: “Para cada árvore plantada dentro da casa, a pessoa tem 5% de desconto no IPTU. Se for empresa, o desconto é no INSS”. Um exemplo que bem podia ser seguido por outras administrações.

Aqui, você vê a lista completa com o ranking. Em .pdf.

Abaixo a lista das cidades com melhor avaliação de preservação ambiental – ou, cidades mais “verdes”:

Santa Fé do Sul 94,96
Angatuba 94,06
Gabriel Monteiro 92,84
Santa Rosa de Viterbo 90,6
Piraju 90,48
Novo Horizonte 89,80
Luiz Antônio 89,64
São Manuel 89,27
Barretos 89,04
Piacatu 88,78
Brotas 88,76
Junqueirópolis 88,37
Santo Antônio da Alegria 87,95
Cabrália Paulista 87,70
Americana 87,17
Guaraçaí 86,93
Aspásia 86,76
Sud Menucci 86,58
Paraguaçu Paulista 86,49
Itu 86,35
Riolândia 86,30
Botucatu 85,47
Monte Aprazível 84,51
Franca 84,44
Itatiba 84,27
Rubinéia 84,23
Ibirarema 84,15
Inúbia Paulista 83,79
Votorantim 83,72
Piratininga 83,67
Regente Feijó 83,55
Nova Canaã Paulista 82,84
Pongaí 82,42
Adamantina 82,36
Nova Castilho 82,30
Alvinlândia 82,06
Tatuí 81,48
Espírito Santo do Turvo 81,47
Salmourão 81,38
Álvares Machado 81,32
Bocaina 81,13
Presidente Epitácio 80,89
Jaborandi 80,88
Taiúva 80,32

Diretor Técnico da Clean sofre atentado

Novembro 14, 2008 por blogdaclean

O Diretor Técnico da Clean, Paulo Negrão, sofreu um grave atentado na tarde do dia 13 de novembro no estacionamento da empresa.  Paulo Negrão encontrava-se no interior do veículo da empresa, numa conversa telefônica com o Gerente do escritório regional da Clean em BH, quando Rogério Andrade, Diretor Comercial e engraçadinho, usou seus dotes de biólogo e capturou um pobre gafanhoto que repousava tranquilamente num arbusto após o almoço.

O plano maquiavélico envolveu até a fotografa oficial da Clean, Natália Camargo, que posicionou-se estrategicamente para registrar o atentado.  Rogério aproximou o enorme e temível inseto assassino ao rosto do pobre, indefeso e distraído Paulo, que inadvertidamente continuou sua conversa telefônica, até perceber o risco de vida que corria ao se deparar com tão letal inseto.

Num movimento com requintes de jiu-jitsu, Paulo saltou do veículo e conseguiu salvar sua vida.  Enquanto isso, a turminha de engraçadinhos de plantão rolava de rir com a desgraça do colega.  Confira o video que fará parte do processo por danos morais que Paulo moverá contra seus “companheiros de trabalho”.

Edinanci Silva e Eliezer

Novembro 11, 2008 por blogdaclean

De viagem para o Rio de Janeiro, Eliezer não esperava sentar ao lado de uma grande representante do Brasil em todo o mundo, a judoca Edinanci Silva.

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Segundo Eliezer, a atleta – que sofreu várias dificuldades em toda sua vida – possui uma profunda visão da necessidade de inclusão social e acha que o esporte pode ajudar neste desafio. “Ela tem uma grande sensibilidade para esse assunto”, diz Eliezer. “Ela mantém um projeto social em M’Boi Mirim, bairro da capital paulista, e está pedindo apoio para continuidade do mesmo”.

Interessados em contato com Edinanci podem usar a caixa de comentários desse post.

ouro

Edinanci Silva foi a primeira brasileira a disputar três edições dos Jogos Olímpicos. Em 2003 conseguiu medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de Santo Domingo, na República Dominicana. Em 2007 ficou campeã na categoria meio-pesado de Judô em Hamburgo, Alemanha. No mesmo ano, ganhou o ouro nos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro