Pelo terceiro ano consecutivo, a Clean organizou o já tradicional grupo de profissionais brasileiros que participaram do renomado Remediation Course da Princeton Groundwater, do Dr. Robert Cleary. A delegação contou com 22 profissionais de diversas empresas do setor produtivo e de consultorias ambientais, que viajaram para Orlando, Florida entre os dias 24/10 e 02/11. O Remediation Course do Dr. Robert Cleary é um dos mais conceituados cursos de especialiação no segmento e conta com a participação de instrutores de projeção internacional, como o próprio Dr. Cleary, Dr. Bernie Kueper, Dr. Nilson Guiguer, Dr. Murray Einarson, entre outros.
Delegação 2008 da Clean no Remediation Course do Dr. Robert Cleary
Como ninguém é de ferro e para relaxar depois da exaustiva carga horária do curso, o grupo aproveitou para se divertir nos parques de Orlando e gastar um dinheirinho nos outlets da região. Sem dúvida esta foi mais uma oportunidade de aprimoramento profissional e de confraternização entre os profissionais brasileiros de remediação de águas subterrâneas. Quem perdeu o grupo de 2008 e só esperar por 2009!
O Instituto Macuco – Meio Ambiente, Cultura e Comunicação está alertando sobre os riscos que materiais particulados causam a saúde. A alerta cabe, especialmente, à região de Limeira/Santa Gertrudes/Rio Claro, considerada o maior pólo cerâmico do Brasil, onde se concentram indústrias que utilizam esse tipo de material – fazendo com que os prejuízos à saúde pública possam ser ainda maiores devido a alta concentração desse tipo de material.
O alerta tem, como base, um artigo escrito pela especialista em gestão ambiental Hellen Mamede, da Clean.
De acordo com Hellen, a presença de material particulado na atmosfera, em princípio, é uma ocorrência natural, originada por ventos, erosão, pólen, fungos, bactérias, erupções vulcânicas, gotículas de água, dentre outras. No entanto, a concentração e características dessas partículas no ar têm sofrido modificações nos últimos anos, decorrente de atividades antropogênicas como queima de combustíveis fósseis, moagens, manejo de solo, atividades de mineração, construções, demolições, processos industriais, agricultura, dentre outras. “Essas partículas, embora imperceptíveis por não serem visíveis e não possuir odor e nem cor, podem afetar a nossa saúde, causar danos à fauna e à flora de maneira geral”, explicou a especialista em seu artigo.
De modo geral, aerossóis, por exemplo, contém partículas de tamanho muito pequeno (de 0,002 µm a mais de de 100 µm), que acabam suspensas no ar com alta mobilidade. Podem apresentar inúmeras substâncias químicas como ácidos (nitratos e sulfatos), compostos orgânicos, silicones e óxidos metálicos em sua composição. Aspirar esse tipo de partícula pode ser prejudicial à saúde, assim como de material particulado utilizado na indústria cerâmica.
A especialista explica que o tamanho das partículas está diretamente relacionado ao potencial dano à saúde que elas podem causar. Partículas menores que 10 µm, também conhecidas como respiráveis, são as mais preocupantes, pois conseguem passar pelo nariz e garganta, alcançando os pulmões. Nesta categoria se encontra alguns materiais particulados utilizados na fabricação de revestimentos cerâmicos. Uma vez dentro do corpo, podem causar problemas cardíacos e respiratórios. “Elas são tão pequenas que não são visíveis a olho nu, somente conseguimos enxergá-las com ajuda de um microscópio eletrônico”, explicou. A presença desse tipo de material em alta concentrações como no caso do pólo cerâmico da região de Limeira, com a ação dos elementos naturais, especialmente do vento, pode gerar impacto para toda comunidade.
Nesta equação, ressalta o Instituto Macuco, devem ser considerados os meios de transporte dessas matérias primas; materiais particulados devem ter cuidados redobrados no carregamento, transporte e descarga para que o impacto geral não seja ainda maior.
Problemas de saúde como a silicose já começam a aparecer. E outros ainda podem aparecer, relacionados com esses perigosos materiais particulados.
Update: O alerta foi publicado pela revista Perfuradores.
Um dos destaques da edição especial da revista TN Petróleo, distribuída na Rio Oil & Gas Expo and Conference, maior feira de negócios e exposição do setor em toda América Latina, foi o artigo de Eliezer Santos, “Emissões Fugitivas – Condutas resultam em ganho ambiental, segurança e redução de custos”.
Nosso Eliezer Santos esteve na noite de ontem no evento “Gestão do Futuro” promovido pela FGV no elegante Royal Palm Plaza em Campinas. O palestrante da noite foi, nada mais nada menos, que Steve Wozniak co-fundador da Apple juntamente com Steve Jobs.
“The Woz”, como Steve é conhecido no Vale do Silício, foi o criador dos primeiros computadoes pessoais do mundo, o Apple I e o Apple II, na metade da década de 70.
Juntamente com Steve Jobs, Wozniak é um dos responsáveis pela revolução digital no planeta.
Steve Wozniek e Steve Jobs nos primeiros anos da Apple.
Com a chamada “Clean destaca projetos de monitoramento de recursos hídricos com alta tecnologia“, a edição número 9 da Revista Hydro, que foi distribuída na última FENASAN, apresentou matéria de página inteira sobre os projetos de monitoramento da Clean que “quase sempre envolve a consultoria especializada para a melhor utilização dos dispositivos de amostragem“.
O Departamento Comercial da Clean fez uma parceria com a Funpec, a Fundação Norte Riograndense de Pesquisa e Cultura.
Através da parceria, duas sondas Troll 9.500 foram adquiridas pela UFRN, a Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
Assim, para lá foi Eliezer Santos, Gerente do Centro de Inteligência Técnica & Inovações da Clean, para um treinamento do equipamento.
(Vista do apartamento onde Eliezer ficou hospedado. Chato, não?)
O treinamento aconteceu nas instalações do Centro de Ciências Exatas e da Terra (CCET) e no Centro de Tecnologia (CT), com coordenação dos professores João Bosco de Paulo, José Braz Diniz Filho e Raquel Franco de Souza.
(Alunos Gustavo de Souza, Lenita da Silva Fernandes, Patrícia Guilhermina da Silva e Maria Tatiana Duarte com os professores no treinamento do Troll 9.500)
Eliezer aproveitou a ida até a UFRN para conhecer como funciona o cavalo mecânico da Petrobrás. A unidade tem um equipamento instalado lá, para exposição.
O equipamento é responsável pela extração de petróleo em solo e chega mesmo a impressionar pelo tamanho compacto.
Findo o treinamento, aconteceu o momento gastronômico de congraçamento.
Nada melhor que um legítimo filé de carne-de-sol acompanhado da tradicional manteiga de garrafa.
Todo mundo se deleitou.
Alguns quiseram, no final, passar em uma farmácia, a procura de um sal-de-fruta ou algo assim…
Mas ao verem o letreiro da farmácia, decidiram que o melhor era fazer a digestão balançando suavemente numa rede.
Não seria errado dizer que o final de expediente da sexta-feira, dia 18,18h, marcava o início de uma série de atividades e eventos bastante diferentes para o time de colaboradores da Clean.
Inicialmente, na sequência do final de uma semana típica de julho, estava na agenda de todos a tradicional Festa Junina – ou “Julina”, neste caso – da empresa. A diferença, para esse ano, foi a atração musical agendada pelo pessoal do RH. A Clean havia conseguido a trupe dos “Cirandeiros” para animar a festa. Os Cirandeiros apareceram há cerca de um ano, confirmando a proposta artística de grupos como O Teatro Mágico ou mesmo O Cordel do Fogo Encantado; mistura de ritmos folclóricos locais, envolvimento com participantes e muita alegria, teatral e contagiante. O grupo havia chegado à final do “Viola de Todos os Cantos”, promovido pela EPTV, filial da rede Globo em Campinas. Foi uma atração que gerou as melhores expectativas – e as confirmaram todas.
A galera da Clean caiu de cabeça nas danças estimuladas do grupo, mostrando união, disposição e alegria. Foi uma espécie de aquecimento para o que todos esperavam para o dia seguinte: a viagem de treinamento à cidade mineira de Extrema.
O pessoal foi embora com espírito leve da Clean no final daquela sexta. E, no sábado, ainda não eram sete da manhã, e o pessoal voltava para o local de trabalho. Ia ter início a jornada idealizada e organizada pelo pessoal do CITI, o Centro de Inteligência Técnica & Inovações.
A idéia era levar todos os funcionários, especialmente o time do departamento comercial, para conhecer um sistema de monitoramento hidrometereológico in loco. “Quando executamos projetos, é comum que funcionários participem em partes isoladas dentro do processo; nem sempre conseguindo uma visão geral do projeto implementado. Nossa meta foi levar o pessoal até o campo, para que todos tivessem uma visão mais realística e holística do processo, com todas as dificuldades que os técnicos enfrentam em campo”, diz Eliezer Santos, do CITI.
Todos foram convidados – e a presença maciça impressionou os organizadores. Rogério Andrade estava em viagem e não pôde participar. Paulo Negrão até acordou às seis da manhã, mas seu intrínseco medo de gafanhotos impediu que ele abraçasse de fato a idéia de ir até Extrema. “Fiz uma rápida pesquisa no Google e descobri que a região é rica em gafanhotos-do-coqueiro, o Eutropidacris Cristata. Achei que seria arriscado ir com a galera em mais essa aventura”, conta.
(O assustador gafanhoto-do-coqueiro mede cerca de 16 cm.)
A aventura, no caso, foi tão planejada e o cronograma foi seguido tão à risca, que não houve nada que pudesse nem mesmo assustar o pessoal. O controller da Clean, Sérgio Alves, realizou, no início do percurso, uma introdução ao escotismo, dando ênfase aos riscos de trabalhos em matas. A palestra não foi só útil, como resultou em uma atividade física, um jogo bastante conhecido pelos escoteiros que, na viagem da Clean, ficou batizado de “Apanhar o Guarda-Chuva”.
(Apanhando o Guarda-Chuva)
A chegada à Extrema foi tranqüila. No local, a Clean desenvolveu um sistema que monitora o rio Camanducaia. O equipamento foi adquirido pela SABESP e é utilizado em parceria com o Consórcio da Bacia dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí. A iniciativa monitora parâmetros dos rios que desembocam em outros, que servem reservatórios.
Luciano Possari, Gerente do Setor de Desenvolvimento da Clean, fez uma palestra muito interessante, mostrando como os equipamentos são utilizados juntos, em sistemas como aquele. Na sequência, Cristiano Leonardo, do Centro de Serviços Técnicos, falou sobre a importância da manutenção in loco – como a que foi simulada na ocasião.
Do CITI, Hellen e Eliezer, falaram sobre a sonda Troll 9.500 que é um dos itens do sistema de Extrema. Hellen deu destaque aos amostradores automáticos, numa brilhante exposição.
Houve ainda a explanação sobre telemetria e a importância disso para um sistema como aquele. A Divisão Técnica deu uma demonstração do sistema, mostrando como proceder no caso de enrosco de entulhos no sistema. Neimar assustou os assistentes nesta demonstração, saindo inesperadamente da água.
Foi o ápice das explicações, que satisfizeram a todos.
Mais de meio-dia, o pessoal faminto, foi a vez de um gostoso almoço-rodízio de confraternização. E o pessoal mostrou que estava fome de verdade!
Na volta, totalmente dentro do previsto, houve tempo para uma passagem rápida por outra estação projetada pela Clean, no rio Jaguari. O fim de tarde, Sábado, já em Campinas, era de realização e satisfação na cara de todos os Cleanlaboradores.
Que outras atividades tão bacanas como essa aconteçam em breve!
…
Confira o belo vídeo com fotos do passeio, editado pela Luana Almeida: