Cleanlaboradores em Extrema

Não seria errado dizer que o final de expediente da sexta-feira, dia 18,18h, marcava o início de uma série de atividades e eventos bastante diferentes para o time de colaboradores da Clean.

Inicialmente, na sequência do final de uma semana típica de julho, estava na agenda de todos a tradicional Festa Junina – ou “Julina”, neste caso – da empresa. A diferença, para esse ano, foi a atração musical agendada pelo pessoal do RH. A Clean havia conseguido a trupe dos “Cirandeiros” para animar a festa. Os Cirandeiros apareceram há cerca de um ano, confirmando a proposta artística de grupos como O Teatro Mágico ou mesmo O Cordel do Fogo Encantado; mistura de ritmos folclóricos locais, envolvimento com participantes e muita alegria, teatral e contagiante. O grupo havia chegado à final do “Viola de Todos os Cantos”, promovido pela EPTV, filial da rede Globo em Campinas. Foi uma atração que gerou as melhores expectativas – e as confirmaram todas.

A galera da Clean caiu de cabeça nas danças estimuladas do grupo, mostrando união, disposição e alegria. Foi uma espécie de aquecimento para o que todos esperavam para o dia seguinte: a viagem de treinamento à cidade mineira de Extrema.

O pessoal foi embora com espírito leve da Clean no final daquela sexta. E, no sábado, ainda não eram sete da manhã, e o pessoal voltava para o local de trabalho. Ia ter início a jornada idealizada e organizada pelo pessoal do CITI, o Centro de Inteligência Técnica & Inovações.

A idéia era levar todos os funcionários, especialmente o time do departamento comercial, para conhecer um sistema de monitoramento hidrometereológico in loco.  “Quando executamos projetos, é comum que funcionários participem em partes isoladas dentro do processo; nem  sempre conseguindo uma visão geral do projeto implementado. Nossa meta foi levar o pessoal até o campo, para que todos tivessem uma visão mais realística e holística do processo, com todas as dificuldades que os técnicos enfrentam em campo”, diz Eliezer Santos, do CITI.

Todos foram convidados – e a presença maciça impressionou os organizadores. Rogério Andrade estava em viagem e não pôde participar. Paulo Negrão até acordou às seis da manhã, mas seu intrínseco medo de gafanhotos impediu que ele abraçasse de fato a idéia de ir até Extrema. “Fiz uma rápida pesquisa no Google e descobri que a região é rica em gafanhotos-do-coqueiro, o Eutropidacris Cristata. Achei que seria arriscado ir com a galera em mais essa aventura”, conta.

(O assustador gafanhoto-do-coqueiro mede cerca de 16 cm.)

A aventura, no caso, foi tão planejada e o cronograma foi seguido tão à risca, que não houve nada que pudesse nem mesmo assustar o pessoal. O controller da Clean, Sérgio Alves, realizou, no início do percurso, uma introdução ao escotismo, dando ênfase aos riscos de trabalhos em matas. A palestra não foi só útil, como resultou em uma atividade física, um jogo bastante conhecido pelos escoteiros que, na viagem da Clean, ficou batizado de “Apanhar o Guarda-Chuva”.

(Apanhando o Guarda-Chuva)

A chegada à Extrema foi tranqüila. No local, a Clean desenvolveu um sistema que monitora o rio Camanducaia. O equipamento foi adquirido pela SABESP e é utilizado em parceria com o Consórcio da Bacia dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí. A iniciativa monitora parâmetros dos rios que desembocam em outros, que servem reservatórios.

Luciano Possari, Gerente do Setor de Desenvolvimento da Clean, fez uma palestra muito interessante, mostrando como os equipamentos são utilizados juntos, em sistemas como aquele. Na sequência, Cristiano Leonardo, do Centro de Serviços Técnicos, falou sobre a importância da manutenção in loco – como a que foi simulada na ocasião.

Do CITI, Hellen e Eliezer, falaram sobre a sonda Troll 9.500 que é um dos itens do sistema de Extrema. Hellen deu destaque aos amostradores automáticos, numa brilhante exposição.

Houve ainda a explanação sobre telemetria e a importância disso para um sistema como aquele. A Divisão Técnica deu uma demonstração do sistema, mostrando como proceder no caso de enrosco de entulhos no sistema. Neimar assustou os assistentes nesta demonstração, saindo inesperadamente da água.

Foi o ápice das explicações, que satisfizeram a todos.

Mais de meio-dia, o pessoal faminto, foi a vez de um gostoso almoço-rodízio de confraternização. E o pessoal mostrou que estava fome de verdade!

Na volta, totalmente dentro do previsto, houve tempo para uma passagem rápida por outra estação projetada pela Clean, no rio Jaguari. O fim de tarde, Sábado, já em Campinas, era de realização e satisfação na cara de todos os Cleanlaboradores.

Que outras atividades tão bacanas como essa aconteçam em breve!

Confira o belo vídeo com fotos do passeio, editado pela Luana Almeida:

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