Sobre a Clean


A Clean Environment Brasil é um grupo empresarial de capital privado, fundado em 1995, que fabrica e comercializa uma completa linha de produtos, equipamentos e tecnologias para o meio-ambiente e segurança ocupacional.

Através de sólidas parcerias com os mais renomados fabricantes internacionais, a Clean Environment Brasil oferece o estado-da-arte em produtos e tecnologia para o meio ambiente, com suporte técnico profissional altamente qualificado.

Atuando em todo o território nacional, a Clean Environment Brasil investe constantemente em Pesquisa e Desenvolvimento, fabricando equipamentos para o meio ambiente que, além de abastecerem o mercado brasileiro, são exportados para países da América do Sul, Europa e Ásia.

Missão

* Diariamente buscar e desenvolver soluções inovadoras e comprovadas no mercado mundial para questões ambientais, disponibilizando-as nos mercados onde atuamos.

* Utilizar Sustentabilidade e Governança Corporativa a fim de contribuir para o desenvolvimento da sociedade.

Valores

* Conduta ética exemplar
* Presteza e cortesia com clientes, fornecedores e colaboradores
* Transparência e coerência na comunicação com os mais diferentes públicos
* Segurança e qualidade de vida no local de trabalho
* Busca permanente da excelência
* Busca do crescimento profissional e pessoal
* Respeito ao meio-ambiente
* Responsabilidade social
* Ter no local de trabalho uma fonte de satisfação e felicidade.

Uma resposta para Sobre a Clean

  1. Euripedes Soares da Silva disse:

    Ao
    Clen
    (Porque preocupado com a vida)

    AGRICULTURA X DESMATAMENTO – UM ALERTA INCISIVO E DECISIVO
    Excelentíssimos Senhores e Senhoras responsáveis pela nossa República.

    Acordem! O que é que estão se permitindo acontecer? Não os elegemos para perdões e desmatamentos que resultem em excessos de irresponsabilidades. Foram eleitos para tornarem realidade as aspirações daqueles que não suportam mais o jargão: Somos o País do futuro. Queremos é o País do presente com moradia, educação, saúde, transporte, segurança e lazer… Decentes! Portanto, tenham coragem para corrigir em tempo – como é preciso em muitos outros projetos – o que já está errado e pode ficar bem pior se levarem adiante o Novo Código Florestal Brasileiro. Um comprometimento pátrio sério não permite um casuísmo puro e simples. O que se propõe não é legítimo, é falso e pretensioso ao extremo, ainda mais transferindo responsabilidades para os Estados. O espírito maior da lei impõe que se tenha o alcance maior da sua finalidade: ampliar, proteger e preservar as águas, os cerrados e as florestas para que a terra do plantio e da criação se mantenha saudável e permanente a favor dos povos, dos animais e do planeta.

    Precisamos, pois, de homens corajosos o bastante para arrebatar a causa que urge grandeza social – sem agrados pessoais àqueles que pensam pequeno. A busca da melhor produtividade não permite desmantelar a sabedoria da natureza capaz de se revoltar quando estupidamente agredida. Aliás, todos os envolvidos na questão sabem disso. Ademais, é preciso ter consciência de que as nascentes, lagos, rios e matas ainda existentes deixaram de ser um patrimônio nacional. Essa riqueza há muito tempo, e cada vez mais, pertence às gerações de todos os Continentes. É esse desprendimento de visão global que fará o mundo bem melhor. A repartição dos compromissos sem fronteiras exige discussões amplas, sem politicagem, sem politiqueiros, sem interesses particulares. Exige, além da paixão pela terra, conhecimento técnico-científico sobre a causa maior, o meio ambiente; que exige espaços para respirar, crescer, criar, subir. Somente uma natureza viva e forte pode assegurar o milagre da vida por todos os campos e cidades.

    Portanto, Senhores Representantes, é bom evocar que o distinto tratamento pessoal do “Excelência” só tem mérito porque acompanhado da obrigação de se olhar para a exuberância das cachoeiras despencando das alturas e para os imponentes jequitibás subindo aos céus. A natureza bela pede respeito e abraço com “laço forte”, justamente porque a flora e a fauna estão entre as responsabilidades maiores adquiridas nas urnas. Naquele momento a sociedade de boa fé acredita que seus representantes praticam, sem restrições, os princípios básicos da cidadania pátria: honestidade, ética, trabalho e competência. Paralelamente e com igual dever de conferir e praticar uma cidadania espontânea e até mais pujante sobre o Novo Código Florestal Brasileiro – porque os interessados primeiros – estão os proprietários de agronegocios, em pequenas e grandes escalas e os empresários madeireiros. Nesse contexto de obrigações coletivas também se inclui os Órgãos diretamente envolvidos, à mídia e à sociedade que – além da participação cidadã – devem fiscalizar, punir e cobrar resultados que resguardem a riqueza ambiental. Enfim, falamos de Responsabilidade Universal , sob pena de transferirmos para os filhos e netos a pobreza da nossa ignorância.

    Podemos, agora, definir: a sociedade não aceita mais que os Responsáveis acima pensem pequeno, falem pequeno e que tenham atitudes menores ainda. A sociedade dos homens honestos não aceita mais barganhas e corrupção alguma, de valor algum, em lugar algum. A sociedade quer homens com valores morais e dispostos a viver pela Pátria com integridade; pois, quando não se tem primeiramente os princípios que exaltam a Nação, fogem da qualificação e acabam por desonrar o prêmio dignificante recebido dos eleitores.

    Assim, é bom saber que a vida, em sentido amplo, é uma dádiva de Deus; que os homens preparados espiritualmente simplesmente agradecem. E que os homens públicos ao deparar com os valores da sobrevivência humana e da biodiversidade têm a obrigação de responder com absoluta imparcialidade e desprendimento. É a consciência do dever cívico consubstanciada sobre os privilégios recebidos por mandatos.
    Dessa maneira, são pertinentes as perguntas:
    -O que é mais importante, a vida desmembrada para as gerações futuras – ou dinheiro no bolso e nas contas bancárias?
    -Seria prudente buscar mais espaços para nutrir as mesas em detrimento da desnutrição da biodiversidade, se existem espaços para os dois lados?
    -Em que Região (ou quantas) do País já não temos terras limpas o suficiente para abastecer com sobras o próprio Estado, o Brasil e o mundo, seja com lavouras e/ou animais?

    A resposta está na coragem de uma visão social voltada para a Nação e para a humanidade que alcance os limites entre a força do desenvolvimento e a força da natureza. É inaceitável para um homem de bom-senso, inteligente, admitir que as regras do desmatamento possam ser controladas pelos próprios interessados e por governos se revezando a cada quatro, cinco anos. Isso nunca seria viável, ainda que tenhamos um povo livre de corrupções e preocupado com o tripé da cidadania, Pátria, família e patrimônio. O resguardo – ou não – dos valores permanentes por quem define e decide traça a história de um povo para torná-lo rico ou pobre em seu conjunto de bens sociais. Para isso é preciso ser patriota que, acima tudo tenha coragem de mexer no bolso, na acomodação e ser parte de uma sociedade coesa, única e voltada para o País em primeiro lugar. Não, simplesmente fazer discursos e levantar bandeiras partidárias. É preciso desmistificar os falsos arremedos de conquistas visando benefícios particulares. As ponderações valem para os movimentos de todas as classes e categorias sociais.

    Pois bem, buscando evitar mais desastres ecológicos graves e de difíceis reversões, voltemos a um passado recente, até fins da década de 70, quando ainda se viam derrubadas com foice, machado e facão. Nesse tempo as quatro estações se apresentavam bem definidas: calor, vento, frio, chuvas; climas para todos os gostos. As nascentes eram fartas e os rios caudalosos; tínhamos abundância de peixes de norte a sul, leste a oeste. E não se falava em pivô central para salvar as lavouras e, muito menos, em tempestades, ciclones, tornados – o destempero do clima varrendo casas, sonhos e suores. E podíamos jogar bola e tomar sol das oito às dezoito. As temperaturas não passavam dos 30º facilmente. Não se falava em câncer de pele. Nesse tempo nossos avós sabiam o mês, o dia, a hora e o minuto de se plantar. Hoje, não se sabe o ano.

    Nos espaços de tempo seguintes ¬- década de 80 até os dias de hoje – para a história, período comparável a um pingo d’água no oceano – falar em estações demarcadas pela primavera, verão, outono e inverno se tornou um sol escaldante na cabeça e um frio cortante no coração. Hoje, temos água nos olhos e falta de água para beber em muitas regiões do Brasil e do planeta. Agora, predominam as queimadas, as motoserras, as correntes, os tratores… Resultado: crescimento assustador das forças temporais contra os atos inconseqüentes dos homens que se acham mais inteligentes (uma rima que enfraquece a poesia). Ainda assim, em nome do desenvolvimento, muitos resistem à realidade vinda dos céus, da terra e dos mares. Resistem à sabedoria e à fúria da natureza, devastadora com mais freqüência.

    -Então, qual é o limite que impeça o choque fatal entre a agricultura e a biodiversidade se ambas são necessárias para o sustento da vida? Sem a agricultura padecemos de fome. Sem plantas, nascentes, rios, lagoa, mares sugaremos os animais, as aves, os pássaros. Junto, a alegria da vida e a vida dos filhos e netos. Sem uma biodiversidade rica e bela não há como se falar em qualidade de vida saudável. Sem as florestas não temos estações definidas e estáveis; não há como se falar em agricultura e preservação das espécies. Então fica o alerta incontestável: As águas e os vegetais são fundamentais para manter o oxigênio limpo e salvar as cidades sujas.

    -Um choque fatal sem saída? Sim, se a ignorância prevalecer sobre a inteligência e não se permitir pensar e repensar contra o imediatismo, contra a especulação sem fronteiras, contra a ambição das contas bancárias, contra o corporativismo, contra a má-fé. É preciso, pois, compreender que só haverá proteção da vida com preservação total de todos os ecosistemas.

    Continua o impasse. Precisamos da produção agrícola para sustentar a sociedade brasileira (E ainda abastecer o mundo). Ora, ora!… Cabe, agora, perguntas claras e objetivas que merecem do Governo, dos interessados diretos, da mídia e da sociedade o máximo de reflexão; seja nos gabinetes, em volta de mesas, nos auditórios, nas chácaras, sítios, fazendas… Paciência!… Que as decisões e votações sejam pautadas pela sabedoria da prudência e da responsabilidade com o futuro. Pois bem, que se registre, então, uma pergunta crucial:

    -E se a fartura de terras do País – à disposição do plantio e criação – fosse bem menor como é para dezenas de Nações? Resultado: Estaríamos em desespero!… Assim, é possível aceitar mais interrogações:
    -Não seria melhor buscar em espaços menores mais eficácia na produção – mais intensidade com mais qualidade?
    -E também mais controle na comercialização, na distribuição e na redistribuição, além de medidas eficazes para compatíveis com safras e regiões?
    -Essencialmente, exigir infra-estrutura de qualidade superior para as rodovias, hidrovias, portos e aeroportos que, substancialmente, provocaria nos transportes das safras menos perda, menos custo; por outro lados, mais escambos entre as regiões e bem mais lucros aos produtores.
    As interrogações não se limitam ao texto. Estamos certos que idéias melhores existem para se evitar o confronto da discórdia entre a vida e a morte. Os homens envolvidos na questão são bem mais inteligentes que a simplicidade da ignorância de simplesmente desmatar. Se admitirmos a hipótese da solução simplista: quanto mais gente mais desmatamento – em cinqüenta anos não sobrará um pé de pau das florestas, nem um rego d’água nas fazendas, nem um lago para as hidroelétricas, nem rios para os peixes. E como ficarão os joões-de-barro, as onças, os jacarés, as flores silvestres, as madeiras de lei, as praias, as cachoeiras? -Seria melhor ampliar o desmatamento e criar mais desertos? Não seriam atitudes desleais e descabidas contra a própria vida humana? Todos os dias, ao redor do mundo, a natureza dá o troco à nossa obstinada intenção de subjugá-la. Não basta?

    Excelentíssimos senhores e senhoras representantes do povo (e agropecuarístas, e madeireiros, e carvoeiros, e outros) – sejamos mais sensatos, mais realistas, mais honestos. O projeto florestal atual já é um afronta à natureza e o que está sendo apresentado não é só um retrocesso, é um crime contra o Brasil e contra o mundo. Está se oficializando que os nossos filhos e netos pagarão caro por irresponsabilidade em nome da fome e do progresso. Desenvolvimento competente se faz buscando alternativas permanentes que assegurem o bem-estar da sociedade sem agredir o bem-estar do meio-ambiente. E não se pode falar em direitos de corte porque outros países desmataram. Seria outra ignorância sem tamanho. Observem:

    -Uma mãe tem dois filhos. Um bebe, fuma, usa drogas; o outro não. Mas ele também quer os mesmos malefícios em nome da igualdade de tratamento. –Não! Diz a mãe. O pai, na santa benevolência, toma partido. -Se um filho pode… O outro também. A mãe se rende desesperada; mas sabe que vai perder os dois.
    -Se um País tem bomba atômica, o vizinho também poderia ter a sua. Justiça seja feita, todos os países se resguardariam com os mesmos direitos. Mas, o caos total seria inevitável e um “traque” pelas entranhas do Universo.

    Enfim, lembrem-se e não se esqueçam (redundância necessária), a segurança do termo repetitivo “bem-estar” para as gerações de hoje está na conservação da fauna e da flora ainda existente. Assim, que se faça um trabalho de conscientização para restabelecer o muito do que já se perdeu; que se faça uma lei com regras claras e absolutas protegendo a vida em todos os seus limites; uma lei que também penalize o descumprimento pátrio.
    Terras para plantar e criar, sem mais desmatar – agradeçam a Deus tanto privilégio – temos de sobra para décadas e décadas de uso contínuo. E homens verdadeiramente Patriotas?
    SES/11.02.2011

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